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Wednesday, August 17, 2011
O Parque Natural do Tejo Internacional celebra o 11.º aniversário
O Parque Natural do Tejo Internacional celebra o 11.º aniversário no dia 18 de Agosto. O tema escolhido para celebrar o aniversário é o Turismo de Natureza Sustentável, com a apresentação das “Rotas Naturais no PNTI”, que decorre no Hotel Tryp Colina do Castelo, dia 18 de Agosto de 2011, com início previsto para as 15:30h.
A riqueza natural que alberga, destacando-se o conjunto das arribas do Tejo Internacional, com biótopos característicos das paisagens meridionais, caso das zonas de montado de sobro e de azinho e estepes cerealíferas bem como espécies da flora e da fauna de inegável interesse, são as principais razões para o reconhecimento do valor natural desta área, através da sua classificação como parque Natural do Tejo Internacional (Decreto-Regulamentar nº 9/2000, de 18 de Agosto).
Destacam-se, igualmente pelo elevado valor, as linhas de água com comunidades vegetais ripícolas associadas e, no domínio da avifauna, espécies estritamente protegidas por convenções internacionais.
Abrangendo uma superfície de 24.406 ha, que se sobrepõem em 79,43 % ao território classificado como Parque Natural do Tejo Internacional, a Zona de Protecção Especial do Tejo Internacional, Erges e Ponsul (criada pelo Decreto-Lei 384-B/99, de 23 de Setembro) integra a Rede Natura 2000.
Fonte: http://portal.icnb.pt/
Parabéns!!!
Monday, August 15, 2011
Ambientalistas apelam aos caçadores que não cacem durante a 2ª quinzena de Agosto
A Liga para a Protecção da Natureza defende que, apesar de o calendário venatório permitir o exercício da actividade nesta época, os praticantes devem abster-se de a realizar por ser uma altura em que muitas espécies estão ainda a criar, para salvaguardar o futuro a médio/longo-prazo destas populações e, consequentemente, da própria actividade cinegética.
O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento rural anunciou na semana passada a retirada do melro da lista de espécies cinegéticas cedendo às pressão dos ambientalistas e de inúmeros cidadãos que revelaram indignados com a abertura da caça a esta ave que faz parte da cultura portuguesa.
No entanto, as Organizações Não-Governamentais de Ambiente (ONGA), apesar de saudarem o anúncio do Secretário de Estado, alertaram para a existência de vários outros erros no calendário venatório que urge corrigir.
Um desses erros é a abertura da caça ainda em período de criação de diversas espécies de aves, algumas delas em declínio acentuado, como é o caso da rola-brava.
Perante o aproximar da data e não tendo sido anunciadas quaisquer alterações no calendário venatório relativas a este aspecto, a LPN – Liga para a Protecção da Natureza apela directamente aos caçadores, no sentido de, ainda que o possam fazer, absterem-se de caçar na 2ª quinzena de Agosto.
Os ambientalistas sustentam que “abdicar de caça nestes 15 dias é garantir a continuidade das espécies que ainda se encontram a criar, elevar os números para os anos cinegéticos seguintes e aumentar a qualidade do acto de caça”.
Adicionalmente, a LPN já enviou uma carta à Ministra a Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, pedindo a revogação da Portaria que estabelece o calendário venatório, que é válida também para as épocas de 2012/2013 e 2013/2014.
Por seu lado, a SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, que lançou a campanha “Eu vou dizer ao Governo que não quero que cacem os nossos melros” faz várias outras recomendações de alterações ao calendário venatório e à gestão da caça, nomeadamente, que se volte a fixar o calendário venatório anualmente, o que permite ter em conta as alterações anuais nas populações cinegéticas, que se proíba o uso de munições de chumbo em zonas húmidas para evitar o envenenamento de milhares de aves como patos, que não seja permitida a caça de patos em Agosto-Setembro, e que se removam da lista venatória espécies como a Rola-comum e o Estorninho-malhado, cujos efectivos populacionais têm vindo a diminuir de forma dramática.
Fontes: LPN - CI e SPEA – CI
Tuesday, February 8, 2011
É um (Eco)Turista?
Cada vez que planeia uma viagem, já pensou no impacto que irá causar no meio ambiente? A verdade é que preocupação com o meio ambiente está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, visto que afecta também o nosso bem-estar e qualidade de vida.
Viajar deixou de ser um acto inconsciente e passou a fazer parte das principais causas de poluição do ambiente, pricipalmente os meios de transportes utilizados, como carros ou avião. É uma causa que não pode ser deixada em casa.
Desde os nossos antepassados que viajar se tornou numa actividade impulsionadora do desenvolvimento mundial, no entanto nos nossos dias com a evolução dos meios de transportes tornou-se numa ameaça para o nosso planeta. O turismo tem sido uma das principais causas do seu aumento.
A solução não será de todo deixar de o fazer, mas sim procurar soluções para tornar o acto de viajar mais sustentável e amigo do ambiente. São várias as iniciativas por parte entidades e empresas do sector do turismo e dos transportes.
Conceitos como Eco-Viagens, Eco-Turismo ou Turismo Sustentável, fazem já parte de um grande número de ofertas disponíveis que poderá escolher na hora de planear a sua viagem.
Source: www.lxsustentavel.com
Viajar deixou de ser um acto inconsciente e passou a fazer parte das principais causas de poluição do ambiente, pricipalmente os meios de transportes utilizados, como carros ou avião. É uma causa que não pode ser deixada em casa.
Desde os nossos antepassados que viajar se tornou numa actividade impulsionadora do desenvolvimento mundial, no entanto nos nossos dias com a evolução dos meios de transportes tornou-se numa ameaça para o nosso planeta. O turismo tem sido uma das principais causas do seu aumento.
A solução não será de todo deixar de o fazer, mas sim procurar soluções para tornar o acto de viajar mais sustentável e amigo do ambiente. São várias as iniciativas por parte entidades e empresas do sector do turismo e dos transportes.
Conceitos como Eco-Viagens, Eco-Turismo ou Turismo Sustentável, fazem já parte de um grande número de ofertas disponíveis que poderá escolher na hora de planear a sua viagem.
Source: www.lxsustentavel.com
Wednesday, August 11, 2010
Novo Código Florestal brasileiro será um "vexame internacional" - ambientalistas
"É um golpe contra a sociedade. Se for aprovado, o Brasil vai desrespeitar as convenções internacionais que assinou até hoje. Um vexame internacional", disse à Lusa o diretor de políticas públicas da organização não governamental SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani.
O novo Código Florestal, aprovado no início de julho por uma comissão especial da Câmara dos Deputados, tem sido alvo de críticas de ambientalistas e autoridades desta área.
Para os ambientalistas, é um passaporte para a impunidade e representa um retrocesso na política ambiental, servindo de estímulo à desflorestação e ao desrespeito a convenções internacionais.
Se o código for aprovado, critica Mantovani, o Brasil vai passar de quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo para ser o primeiro no ranking.
O diretor executivo do Instituto BioAtlântica, Carlos Alberto Mesquita, diz que a proposta "oficializa a impunidade", pois cancela os crimes ambientais de ocupações irregulares até julho de 2008.
"É uma mensagem de que o crime ambiental compensa. É um estímulo à desflorestação principalmente ao Cerrado, Caatigna e Amazónia. Perde-se a oportunidade de criar incentivos para bons modelos entre produção e conservação", criticou.
No centro da polémica, diz Mesquita, há uma "dicotomia entre proteger recursos naturais e produzir alimentos". Contudo, destaca ser imprescindível a convivência entre os dois.
Da maneira como as alterações do novo código foi aprovado na comissão especial da Câmara de Deputados, esta legislação interfere com as atuais políticas ambientais, garante o diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus.
"Todo o trabalho de corredores ecológicos e de regularização que temos feito vai ficar bastante comprometido. Nesse sentido é um retrocesso. Queremos aperfeiçoar e não reduzir a proteção ambiental", afirmou à Lusa o representante do Ministério também crítico da proposta do deputado Aldo Rebelo (Partido Comunista do Brasil, PCdoB).
João de Deus argumenta que o principal impacto seria a "perda significativa do espaço protegido", ou seja, a área de reserva legal.
Para João de Deus, é necessário um debate mais qualificado sobre o tema ao defender a compatibilidade da produção sustentável de alimentos sem significar um "grande impacto" na preservação de áreas naturais.
"Se não for possível essa convivência no Brasil, não vai ser possível em nenhum lugar do mundo. O Brasil é um dos poucos países com uma grande folga de terras e possibilidade de rever este modelo", concluiu.
O Brasil tem um Código Florestal desde 1934. A versão atual em questão data de 1965. Por 13 votos a cinco, a comissão especial parlamentares para a reforma do documento aprovou, a 6 de julho, a proposta de alteração.
Mas o projeto ainda será votada em plenária na Câmara dos Deputados e Senado, podendo mais uma vez ser modificado e provavelmente retornar à Câmara para votação.
Na visão dos mais otimistas, a proposta poderá sair da Câmara este ano, mas tendo em vista que 2010 é um ano eleitoral, possivelmente irá tramitar no Senado em 2011.
FO
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa***
Lusa/fim
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