Friday, May 27, 2011

Hotel com energias renováveis abre em Oliveira de Azeméis


Em Oliveira de Azeméis abre ao público na próxima semana o hotel rural Vale do Rio, o primeiro do país a funcionar integralmente com energias renováveis, recorrendo para o efeito a uma central hídrica e uma caldeira de biomassa.


Rita Alves, diretora desta unidade de quatro estrelas situada nas margens do Rio Caima, em Palmaz, e garante que “podem existir outros hotéis com preocupações ambientais, mas este é o primeiro desta dimensão a funcionar apenas com energia verde – tem 30 quartos e, recorrendo a várias soluções técnicas, está apto a produzir mais energia do que aquela de que precisa”.

Ocupando uma área de 10.000 metros quadrados – em que, além do hotel com o spa Four Elements, se inclui o edifício da mini hídrica, restaurante, salão de eventos e uma vasta área arborizada –, o empreendimento custou seis milhões de euros e 20 por cento desse investimento foi aplicado em recursos energéticos.

André Alegria é um dos gerentes e revela em que equipamento se materializou a aposta: uma caldeira de biomassa alimentada a pellets e estilha, um “chiller” de absorção, uma hídrica ativada pelo caudal do rio, painéis solares, térmicos e fotovoltaicos e um motor a óleo vegetal.

“Concorremos à certificação energética A++, que é a atribuída a edifícios que, mais do que produzir energia, têm capacidade para vendê-la”, explicou.

Rita Alves garantiu que “todo o hotel foi pensado para vender sossego, não só por esta preocupação ambiental, empenhada na preservação da beleza deste parque, mas também a nível paisagístico, já que todos os quartos, sem exceção, têm vista para o rio”.

O empreendimento deverá ser “bastante procurado pela classe empresarial, porque se situa numa zona sossegada”, mas a diretora do hotel aponta como público-alvo o turista sénior e os grupos familiares, que saberão apreciar a “tranquilidade do local e o potencial da zona em termos de lazer”.

Para Hermínio Loureiro, presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, a exploração do hotel “integra-se na componente turística do projeto de preservação e requalificação das margens do Caima”, que se propõe valorizar 40 hectares de terreno em torno da unidade e transformá-los no Parque Natural Bento Carqueja.

“São bem evidentes as preocupações ambientais do projeto e vamos ter um rio Caima despoluído e atrativo, o que, na área económica, será potenciador de riqueza para o município”, disse.

Com uma suite presidencial e quatro alojamentos comunicantes entre os seus 30 quartos, o edifício principal inclui o spa com piscina interior e exterior, biblioteca e uma área de pequenos-almoços.

As restantes refeições são servidas no HC Restaurante, que, com um bar e um salão de eventos para 180 pessoas, presta homenagem à bicentenária Hídrica do Caima.

Restaurado, o edifício original da hídrica mantém a sua ligação ao canal que atravessa o jardim do hotel e pode apreciar-se em pleno funcionamento na zona contígua ao restaurante, devendo ser transformado num museu de energia vocacionado, sobretudo, para o público escolar.


Fonte: Diário Digital / Lusa

Thursday, May 26, 2011

Coffee and Prostate Cancer


Coffee is a brewed drink prepared from roasted seeds, called coffee beans, of the coffee plant. Coffee beans are found in coffee cherries, which grow on trees in over 70 countries, cultivated primarily in Latin America, Southeast Asia, and Africa. Findings have historically been contradictory as to whether coffee has any specific health benefits, and results are similarly conflicting regarding the potentially harmful effects of coffee consumption. Men who regularly drink coffee appear to have a lower risk of developing a lethal form of prostate cancer, according to a new study led by Harvard School of Public Health (HSPH) researchers.  The lower risk was evident among men who drank regular or decafffeinated coffe.

Coffee contains several compounds which are known to affect human body chemistry. The coffee bean itself contains chemicals which are mild psychotropics for humans. These chemicals are toxic in large doses, or even in their normal amount when consumed by many creatures which may otherwise have threatened the beans in the wild. Coffee contains caffeine, which acts as a stimulant.


Several benefits have been proposed or identified such as:

-Reduced risk of Alzheimer's disease and Dementia

-Reduced risk of gallstone disease

-Reduced risk of Parkinson disease

-Improved short term recall

-Analgesic (Painkiller)enhancement

-Liver protection

-Reduced cancer risk

-Moderate reduction of the incidence of dying from cardiovascular disease

-Antioxidant; Coffee contains the anticancer compound methylpyridinium. This compound is not present in significant amounts in other food materials.

However, there are some potential risks.

Over 1,000 chemicals have been reported in roasted coffee, and 19 are known rodent carcinogens; however, most substances cited as rodent carcinogens occur naturally and should not be assumed to be carcinogenic in humans at exposure levels typically experienced in day-to-day life.

Coffee can damage the lining of the gastrointestinal organs, causing gastritis and ulcers. The consumption of coffee is therefore not recommended for people with gastritis, colitis, and ulcers.

Many coffee drinkers are familiar with "coffee jitters", a nervous condition that occurs when one has had too much caffeine. It can also cause anxiety and irritability, in some with excessive coffee consumption, and some as a withdrawal symptom. Coffee can also cause insomnia in some.

A Harvard study conducted over the course of 20 years of 128,000 people published in 2006 concluded that there was no evidence to support the claim that coffee consumption itself increases the risk of coronary heart disease. The study did, however, show a correlation between heavy consumption of coffee and higher degrees of exposure to other coronary heart disease risk factors such as smoking, greater alcohol consumption, and lack of physical exercise.

The prostate cancer study was published May 17 in an online edition of the Journal of the National Cancer Institute.

"Few studies have specifically studied the association of coffee intake and the risk of lethal prostate cancer, the form of the disease that is the most critical to prevent. Our study is the largest to date to examine whether coffee could lower the risk of lethal prostate cancer," said senior author Lorelei Mucci, associate professor of epidemiology at HSPH.

Lethal prostate cancer is cancer that causes death or spreads to the bones. Prostate cancer is the most frequently diagnosed form of cancer and the second leading cause of cancer death among U.S. men, affecting one in six men during their lifetime. More than 2 million men in the United States and 16 million men worldwide are prostate cancer survivors.

"At present we lack an understanding of risk factors that can be changed or controlled to lower the risk of lethal prostate cancer. If our findings are validated, coffee could represent one modifiable factor that may lower the risk of developing the most harmful form of prostate cancer," said lead author Kathryn Wilson, a research fellow in epidemiology at HSPH.

The study examined the association between coffee consumption and the risk of prostate cancer, particularly the risk for aggressive prostate cancer, among 47,911 U.S. men in the Health Professionals Follow-Up Study who reported their coffee consumption every four years from 1986 to 2008. During the study period, 5,035 cases of prostate cancer were reported, including 642 fatal or metastatic cases.

Among the findings:

- Men who consumed the most coffee (six or more cups daily) had nearly a 20 percent lower risk of developing any form of prostate cancer.

- The inverse association with coffee was even stronger for aggressive prostate cancer. Men who drank the most coffee had a 60 percent lower risk of developing lethal prostate cancer.

- The reduction in risk was seen whether the men drank decaffeinated or regular coffee, and does not appear to be due to caffeine.

- Drinking one to three cups of coffee per day was associated with a 30 percent lower risk of lethal prostate cancer.

The results need to be validated in additional populations that have a range of coffee exposure and a large number of lethal prostate cancer cases. If confirmed, the data would add to the list of other potential health benefits of coffee. The authors are planning additional studies to understand specific mechanisms by which coffee may lower the risk of lethal prostate cancer.

Source: http://www.enn.com/

Sunday, May 1, 2011

Rapaz de 13 anos é o responsável por uma iniciativa juvenil mundial de combate às Alterações Climáticas



Felix Finkbeiner iniciou o Movimento “Plant for the Planet” há quatro anos com o objectivo de plantar 1 milhão de árvores no seu país natal, a Alemanha, como forma de contrariar as Alterações Climáticas. A iniciativa expandiu-se, estando actualmente activa em 131 países.
Uma criança alemã está na origem de um iniciativa civil juvenil de luta contra as Alterações Climáticas que começou no seu país natal, a Alemanha, e que tem hoje uma dimensão mundial.

O movimento “Plante pelo Planeta” - “Plant for the Planet” - foi criado há quatro anos com o objectivo de conseguir a plantação um milhão de árvores como forma de lutar contra as alterações Climáticas naquele país europeu. A ideia surgiu no seguimento de um trabalho escolar que consistia em dar uma palestra.

Inspirado pelo que leu na internet sobe a iniciativa de Wangari Maathai, responsável pelo aparecimento do Green Belt Movement que teve como objectivo o combate à erosão do solo e o encorajamento da emancipação social feminina no Quénia, Félix preparou um discurso sobre como as crianças devem contribuir para a luta contra as Alterações Climáticas, e como isto é possível através da plantação de árvores.

Félix defende “ Nós as crianças compreendemos que não podemos confiar apenas nos adultos para salvar o nosso futuro. Temos nós de tomar as rédeas do nosso futuro”. E o jovem acrescenta “Para a maioria dos adultos o futuro parecem ser os próximos 20, 30 ou mesmo 40 anos. Mas para nós, as crianças, 2100 pode ainda fazer parte da nossa vida. Para os adultos a subida de 3cm dos níveis do mar é uma questão académica. Mas para nós, as crianças, é uma questão de sobrevivência”.

O seu discurso foi de tal modo convincente que o jovem activista foi convidado a proferi-lo para audiências cada vez mais influentes, tendo conseguido que lhe fossem atribuídas doações no valor de 11 000 euros no encontro anual de vendedores de automóveis Toyota.

O movimento tornou-se rapidamente um iniciativa à escala nacional, impelido pela fluência de Félix que o levou à Conferência das Crianças da ONU de 2008, onde foi eleito para a direcção da direcção juvenil do Programa de Ambiente das Nações Unidas (UNEP), ao Parlamento Europeu, à Conferência da UNEP na Coreia e ainda à Conferência do Clima de Cancún.

O convite dirigido por Félix à comunidade internacional para que se juntasse a ele foi amplamente aceite e o Movimento “Plant for the Planet” está hoje presente em 131 países, tendo na Alemanha atingido já o objectivo da plantação de 1 milhão de árvores.

Por outro lado, o empreendedorismo ambiental de Felix fez com que fosse considerado por um jornal um dos activistas ambientais mais importantes, ao nível de Brad Pitt e do Príncipe de Gales. 

Fonte: http://naturlink.sapo.pt