“Se pretendes entender os segredos do universo, pensa em energia, frequência e vibração” - Nikola Tesla (um dos maiores inventores do mundo na área da engenharia eléctrica)
Energia e vibração estão por toda a parte no universo e, naturalmente, ao nosso redor, mesmo que não as ouçamos ou vejamos e tanto promovem a vida, como podem transportar a morte. Também tudo no nosso corpo mecânico quântico, desde os nossos órgãos ao nosso cérebro, vibra e é influenciado pelas energias e vibrações que nos rodeiam que, por seu turno, têm um profundo impacto na nossa saúde.
Este é um postulado pacificamente aceite do ponto de vista da ciência actual que nos permite abordar um tema urgente do ponto de vista da saúde e que vem alarmando cada dia mais os cientistas a nível mundial – o “electrosmog” (radiação electromagnética invisível) que começou a gerar-se com o desenvolvimento da rede eléctrica, há um século atrás, e que na actualidade atinje quase a totalidade dos habitantes da terra e que, de acordo com cada vez mais numerosos estudos, é responsável por imensas doenças que nos retiram qualidade de vida ou mesmo nos matam.
Em 2007 o Bioinitiative Working Group produziu um relatório, elaborado por prestigiados investigadores mundiais, apontando mais de 2.000 artigos que assinalam os efeitos tóxicos dos EMFs (do inglês ElectroMagnetic Fields - Campos Electromagnéticos) de todo o tipo, assinalando que uma exposição constante, ainda que de baixo nível, como por exemplo a dos TELEMÓVEIS, pode causar uma variedade de CANCROS, como p.ex: LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA em crianças, TUMORES CEREBRAIS, MELANOMAS MALIGNOS, CANCRO DA TIRÓIDE e contribuir decisivamente para desenvolver ALZHEIMER e DEMENCIA, DOENÇA CARDIOVASCULAR, DISFUNÇÃO HORMONAL e DO SISTEMA IMUNITÁRIO, DESORDENS DO SONO e DESORDEM POR DÉFICE DE ATENÇÃO COM HIPERACTIVIDADE.
Negar as inovações tecnológicas e o seu benefício para os indivíduos, só porque elas apresentam riscos reais, não faz parte das nossas intenções, seria aliás despido de qualquer pragmatismo, mas já o faz conscencializá-los para tomarem opções conscientes e sobretudo apresentar-lhes soluções que possam ajudá-los a minimizar os impactos negativos, bem como solicitá-los para serem mais exigentes com aqueles que continuam a fazer negócio com a nossa saúde e as nossas vidas.
1 - LOUCOS PELA TECNOLOGIA. Bom para as empresas tecnológicas, mau para a saúde humana?
Como se pode ler, no relatório referido anteriormente, pela mão do investigador Prof. Martin Blank, Ph.D., (professor do Columbia University College of Physicians and Surgeons), “esta particular questão de patofisiologia é acerca da sensibilidade do corpo humano aos EMFs presentes no ambiente, isto é, os efeitos dos EMFs no nosso ADN, efeitos das radiações provenientes dos telemóveis no cérebro e de como os EMFs ambientais podem conduzir à doença de Alzheimer, demência e cancro do seio. As evidêncas científicas dizem-nos que os nossos padrões de segurança são inadequados e que nos devemos proteger da exposição aos EMFs provenientes de linhas de alta tensão, telemóveis e outros”.
Ao que Reba Goodman, Ph.D., Professor Emérito da mesma Universidade, acrescenta, “as células no nosso corpo reagem aos EMFs identificando-os como potencialmente perigosos, tal como o fazem relativamente a quaisquer outras toxinas ambientais, como os metais pesados ou químicos tóxicos. O ADN nas células vivas reconhece os campos electromagnéticos mesmo a baixos níveis de exposição e produz uma resposta de stress bioquímico”
Num recente estudo, o Prof. Luc Montagnier, o famoso virologista francês que co-descobriu o HIV e ganhou o Prémio Nobel da Medicina em 2008, corrobora a presença desses sinais electromagnéticos que afectam o ADN (i) .
Pois bem, a questão é sobejamente preocupante para que nós, quer do ponto de vista científico quer do ponto de vista ético, nos sintamos obrigados a partilhar com os nossos concidadãos o ponto da situação sobre uma questão apenas abordada em revistas científicas e poucas vezes do real conhecimento do público em geral e que nos pode estar a conduzir, a todos, enquanto civilização, a um final nefasto ou, o que ainda é pior, a uma vida de doença e sofrimento.
SOMOS GENETICAMENTE SERES DA IDADE DA PEDRA AGARRADOS A TELEMÓVEIS
Nas palavras de Michael Persinger, Ph.D., investigador na área das neurociências da Laurentian University do Canadá, que estudou os efeitos dos EMFs nas células cancerigenas: “pela primeira vez na história da nossa evolução, nós geramos um ambiente virtual secundário totalmente novo, denso e complexo – uma sopa electromagnética – que no essencial interfere com o sistema nervoso humano”
Se pensarmos que, mais de 4 biliões de pessoas em todo o mundo utilizam regularmente um telemóvel sem minimamente estarem conscientes dos riscos que correm, tudo em prol da comodidade, do conforto e da facilidade de comunicação, então, talvez nos assalte a ideia de que pode ser a própria sobrevivência da nossa espécie que pode estar em risco, ou pelo menos um “inferno” de doenças degenerativas que já se anuncia.
Nós somos seres energéticos/eléctricos, sendo que o nosso corpo é um complexo sistema de comunicações no qual as células “falam”, os tecidos “falam”, os órgãos “falam” e os organismos “falam”, e em cada um desses níveis, a comunicação implica transmissores e receptores bio-eléctricos sintonizados com precisão (ii) . E, tal como com os rádios, quando expomos a antena a demasiado “barulho externo”, criamos demasiada “estática”, exactamente o que acontece com a nossa exposição a um ambiente de “electrosmog” (iii).
Lembre-se que todas as células do seu corpo, sejam elas os ilhéus de Langerhans, responsáveis pela produção de insulina, ou glóbulos brancos a caminho duma área lesionada, usam electricidade (electrões) para comunicar entre elas. Essas mudanças de positivo a negativo ocorrem milhares de vezes por segundo, fazendo oscilar os electrões no nosso corpo a esse ritmo. Interferindo com o nosso sistema eléctrico celular, o “electrosmog” pode interferir com a secreção de insulina, alterar a resposta do sistema imunitário ou causar outro qualquer dano físico: interrupção do padrão normal das ondas cerebrais, conduzindo a alterações de comportamento, a funções neurológicas anormais tais como demência, alzheimer, fadiga crónica, fibromialgia, etc (iv).
As muito baixas frequências (1-100kHz), também denominadas “electricidade suja” são resíduos da electrónica, tais como, televisores, plasmas, stereos, e outros aparelhos de entretenimento, e podem aumentar exponencialmente o risco de melanomas, cancros uterinos ou da tiróide ou simplesmente, como refere a OMS (Organização Mundial de Saúde), dores de cabeça, fadiga, stress, perturbações do sono, problemas de pele e sensação de queimadura, dores musculares, etc.
Muitas estimativas sérias apontam para uma verdadeira epidemia de cancros do cérebro que podem atingir os 500.000 casos em todo o mundo já em 2010 e chegar a mais de um milhão, apenas nos E.U.A., em 2015. E mesmo que o desfecho não seja o cancro do cérebro a alternativa poderá ser Alzheimer ou porventura impotência.
DANOS JÁ NÃO SÃO SÓ ESPECULAÇÃO! A morte que não se vê.
Como seres eléctricos que somos, o nosso corpo apresenta diferentes vibrações. A uma frequência de 3-12,5 Hz, o denominado “campo de vitalidade” permite ao nosso cérebro recuperar, recarregar e manter a homeostasis (sono profundo, ou hipnose profunda); A uma vibração de 10 Hz, a nossa glândula pineal produz melatonina que nos ajuda a adormecer e a combater fenómenos cancerígenos; O nosso sistema límbico, ou centro das emoções, vibra a 12,5 Hz e o nosso centro de prazer cerebral a 17,5 Hz.
Conforme a vibração aumenta, é quando podemos começar a ter problemas no nosso funcionamento orgânico. A 33Hz surge o nervosismo, a ansiedade e mesmo o pânico, sendo que frequências muito acima desta podem levar a mutações celulares ou até a problemas de fertilidade. É ainda de realçar a diferença entre frequências pulsadas e não pulsadas. P.ex. o centro cerebral para a creatividade e desenvolvimento espiritual, vibra a 100Hz, mas de frequência não pulsada. Ora, p.ex. os telefones sem fios vibram a frequências pulsadas começando em 100 Hz e isto acontece mesmo quando estão em standby. Este tipo de frequência pulsada pode levar a distúrbios do sono, dificuldades de recuperação, cansaço crónico e a perturbações do nosso centro de creatividade com impacto profundamente negativo em todo o nosso sistema endócrino (v) , danificando, mesmo, a nossas células sanguíneas (vi).
Os telemóveis, por seu turno, produzem 217 electro-choques por segundo no nosso sistema nervoso e o EU REFLEX study, levado a cabo por 12 equipas de investigadores de 7 países, concluiu que esses electrochoques pulsados danificam o ADN e provocam mutações celulares (vii) .
A internet Wireless, Wi-Fi e microondas transmitem a altas frequências de 2,45 GHz, o que pode conduzir a alterações nas frequências de funcionamento do cérebro, provocar mutações celulares, infertilidade, efeitos sobre a expressão dos genes e das proteínas, efeitos genotóxicos, etc.
A questão em particular das redes wireless, para disseminação da internet, é um dos problemas mais graves no que respeita à agressão do ADN celular a que hoje estamos sujeitos. Estas redes minam as nossas casas (e mesmo evitando colocar estas wireless em nossa casa, estamos sujeitos à radiação da do vizinho) e minam os nossos espaços públicos (jardins, parques, escolas, universidades, empresas), por preguiçosa ignorância das pessoas e dos decisores públicos e privados que desconhecem os perigos reais dessa morte que não se vê.
TELEMÓVEIS E CRIANÇAS
Se o já referido relatório do Bioinitiative Working Group (vide Michael Kundi, Ph.D., Medical University of Viena, Austria-“Evidence for Childhood Cancers.Leukemia”) aponta para um aumento de leucemia, desde o início do séc. XX, em crianças entre os 2 e os 5 anos de idade nos países do primeiro mundo, em virtude do desenvolvimento das redes eléctricas, em contraste com o que se verifica nas comunidades menos desenvolvidas onde não houve desenvolvimento da rede eléctrica e não se verifica esse aumento, um recente estudo sueco é particularmente assustador, ao sugerir que aqueles que começam a usar telemóveis ainda em crianças, têm 5 vezes maior risco de desenvolver cancro do cérebro do que aqueles que apenas iniciaram o seu uso na idade adulta, bem como aqueles que utilizam o telemóvel por mais de 10 anos (viii) . O relatório Bioinitiative concluiu, também, que as crianças com leucemia que estão em recuperação em casas onde se encontram expostas aos EMFs, têm taxas de recuperação muito baixas, muito inferiores ao daquelas crianças que não se encontram expostas aos mesmos.
Em 2008 o Departamento de Saúde Pública de Toronto, Canadá, alertou os pais para limitarem o uso dos telemóveis por crianças e adolescentes, como forma de evitarem potenciais riscos para a saúde, evitando o seu uso por crianças e limitando o seu uso pelos adolescentes a menos de 10 minutos diários. Ao mesmo tempo, várias universidades canadianas mandaram retirar as redes wireless dos campus universitários, pelo perigo que as mesmas representam para a saúde dos alunos (Assim se faz nos países civilizados, leia-se mais cultos e informados, ao contrário do que se assiste em países subdesenvolvidos como nosso, em que é “chic” instalar wireless nos centros comerciais, nas universidades e mesmo, espante-se, em jardins e parques públicos, locais nos quais, em vez de podermos estar em total contacto com a mãe natureza, passamos a ser alvo das brutais radiações das torres de wireless, sem que nenhum dos nossos “avisados” políticos e decisores públicos tenha cultura suficiente para se aperceber do tremendo atentado à saúde que perpetra a coberto dos “avanços tecnológicos”).
Se ama os seus filhos proteja-os...não fique à espera que sejam os outros a desempenhar essa obrigação por si. Busque informação (ix) , questione as autoridades, pressione a indústria das telecomunicações para nos apresentarem produtos éticamente responsáveis e para já mantenha-os afastados, o mais possível das redes wireless, dos telefones sem fios e dos telemóveis. A falsa alegria de hoje poderá ser o drama de amanhã.
OS RISCOS REAIS
Do que se deixou antes dito podemos elencar os seguintes riscos reais decorrentes da exposição a EMFs, tais como, Telemóveis, telefones sem fios e internet wireless:
Cancro do cérebro – Danos no seu ADN – Danos nas células sanguíneas e mutações celulares – Danos nas células nervosas – Alzheimer – Danos na vista – Leucemia – Melanoma maligno – Disfunção do sistema imunitário – Disfunção hormonal – Desordem por défice de atenção com hiperactividade
Usar um telemóvel na sua anca ou bolso das calças, foi ligado a um decréscimo da densidade óssea na região pélvica, sendo que os rins, a bexiga, o cólon e os órgãos reprodutores também podem ver-se afectados (x) .
A proximidade a torres de telemóveis promove a denominada hipersensibilidade electromagnética que se traduz, entre outros, em sintomas como fadiga, distúrbios do sono e audio visuais, efeitos cardiovasculares.
Numa audição efectuada em Setembro de 2009 numa comissão do Senado Norte Americano sobre telemóveis, a Dra. Siegal Sadetzki, epidemiologista, Professora e investigadora da Universidade de Tel Aviv, não deixou margem para dúvidas sobre os riscos reais dos telemóveis no surgimento dos tumores das glândulas salivares (xi).
É minha convicção que os EMFs, e em particular os dos telemóveis e redes wireless, vão matar mais do que o tabaco. A diferença, por agora, é apenas a de que o tabaco está presente hà muitos mais anos e, face a todas as evidência de décadas, já não é mais possível esconder os seus danos.
O QUE PODEMOS FAZER PARA MINIMIZAR OS DANOS?
O negócio das telecomunicações é hoje um negócio mundial de biliões e biliões de euros, com “lobbies” governamentais poderosíssimos de orçamentos astronómicos e os reguladores, agências governamentais que existem para nos proteger enquanto consumidores, por toda a parte entram em benéficas “colaborações” com as empresas de comunicações que deviam regular, o que significa que a defesa dos consumidores e, em particular, da nossa saúde é muito ténue ou mesmo praticamente inexistente. Cabe-nos a todos nós pressionar os poderes públicos, as entidades reguladoras e, sobretudo, a indústria das telecomunicações, para que cumpram a função social que verdadeiramente justifica a sua própria existência que é a de trazerem mais valias à comunidade protegendo-a, ou minimizando, todo e qualquer efeito adverso a médio ou longo prazo para a saúde pública, ou seja, agindo para além dos seus lucros imediatistas.
REGRAS:
1 – Não permita a utilização de telemóveis por crianças e pré-adolescentes (se está grávida ou com um bébé ao colo ou na sua proximidade evite usar o telemóvel)
2 – Limite ao máximo o tempo de uso do telemóvel e vá mudando-o de lado da cabeça (não existe isso de telemóvel seguro)
3 – Evite a sua exposição de proximidade a WiFi routers (prefira as instalações por cabo, sobretudo em sua casa)
4 – Se tem um telefone sem fios em casa, prefira-o de 900MHz para evitar a constante emissão de radiações (o ideal é o telefone por fio)
5 – Não traga o seu telemóvel próximo ao corpo
6 – Use os fones sempre que possível no seu carro na vez do auricular wireless
7 – Limite as suas chamadas dentro de edifícios e, sobretudo, em estruturas metálicas
Deixo-lhe como últimos conselhos:
1º o manter uma boa regulação probiótica do intestino ( na verdade uma boa barreira intestinal diminui os sintomas de electrosensibilidade);
2º faça desintoxicações periódicas ao organismo (com efeito, além das crescentes toxinas ambientais, os milhões de microorganismos que habitam o seu organismo repondem aos EMFs gerando elevados níveis das suas próprias toxinas);
3º tome cuidado com a presença de bolores (em ambientes ricos em EMFs o bolor chega a produzir até 600 vezes mais neurotoxinas);
4º tome diariamente alimentos naturais frescos e ricos em antioxidantes (frutos do bosque, com destaque para o Goji tibetano). NÃO QUEIRA JOGAR Á ROLETA RUSSA COM A SUA SAÚDE.
Fonte: http://www.drmarcos.net/
Showing posts with label Verde. Show all posts
Showing posts with label Verde. Show all posts
Tuesday, June 7, 2011
Sunday, May 1, 2011
Rapaz de 13 anos é o responsável por uma iniciativa juvenil mundial de combate às Alterações Climáticas
Felix Finkbeiner iniciou o Movimento “Plant for the Planet” há quatro anos com o objectivo de plantar 1 milhão de árvores no seu país natal, a Alemanha, como forma de contrariar as Alterações Climáticas. A iniciativa expandiu-se, estando actualmente activa em 131 países.
Uma criança alemã está na origem de um iniciativa civil juvenil de luta contra as Alterações Climáticas que começou no seu país natal, a Alemanha, e que tem hoje uma dimensão mundial.
O movimento “Plante pelo Planeta” - “Plant for the Planet” - foi criado há quatro anos com o objectivo de conseguir a plantação um milhão de árvores como forma de lutar contra as alterações Climáticas naquele país europeu. A ideia surgiu no seguimento de um trabalho escolar que consistia em dar uma palestra.
Inspirado pelo que leu na internet sobe a iniciativa de Wangari Maathai, responsável pelo aparecimento do Green Belt Movement que teve como objectivo o combate à erosão do solo e o encorajamento da emancipação social feminina no Quénia, Félix preparou um discurso sobre como as crianças devem contribuir para a luta contra as Alterações Climáticas, e como isto é possível através da plantação de árvores.
Félix defende “ Nós as crianças compreendemos que não podemos confiar apenas nos adultos para salvar o nosso futuro. Temos nós de tomar as rédeas do nosso futuro”. E o jovem acrescenta “Para a maioria dos adultos o futuro parecem ser os próximos 20, 30 ou mesmo 40 anos. Mas para nós, as crianças, 2100 pode ainda fazer parte da nossa vida. Para os adultos a subida de 3cm dos níveis do mar é uma questão académica. Mas para nós, as crianças, é uma questão de sobrevivência”.
O seu discurso foi de tal modo convincente que o jovem activista foi convidado a proferi-lo para audiências cada vez mais influentes, tendo conseguido que lhe fossem atribuídas doações no valor de 11 000 euros no encontro anual de vendedores de automóveis Toyota.
O movimento tornou-se rapidamente um iniciativa à escala nacional, impelido pela fluência de Félix que o levou à Conferência das Crianças da ONU de 2008, onde foi eleito para a direcção da direcção juvenil do Programa de Ambiente das Nações Unidas (UNEP), ao Parlamento Europeu, à Conferência da UNEP na Coreia e ainda à Conferência do Clima de Cancún.
O convite dirigido por Félix à comunidade internacional para que se juntasse a ele foi amplamente aceite e o Movimento “Plant for the Planet” está hoje presente em 131 países, tendo na Alemanha atingido já o objectivo da plantação de 1 milhão de árvores.
Por outro lado, o empreendedorismo ambiental de Felix fez com que fosse considerado por um jornal um dos activistas ambientais mais importantes, ao nível de Brad Pitt e do Príncipe de Gales.
Fonte: http://naturlink.sapo.pt
Thursday, February 10, 2011
ENERVIDA'11 - Feira e Conferência de Energias Renováveis e Eficiência Energética
A ENERVIDA'11 terá lugar no Pavilhão Multiusos de Viseu, entre os dias 10 e 13 de Fevereiro de 2011.
Contemplando um espaço de exposição - Feira - e, simultaneamente, a Conferência do ENERGYIN e uma série de palestras, workshops, seminários e actividades paralelas, a ENERVIDA'11 será um evento completo, realizado numa das regiões portuguesas mais dinâmicas e que maior desenvolvimento apresenta na área das Energias Renováveis e Eficiência Energética.
A ENERVIDA'11 será um ponto de encontro privilegiado entre os diferentes actores do sector. Organizada pela AIRV - Associação Empresarial da Região de Viseu e pela EXPOVIS - Promoção e Eventos Lda., com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, a ENERVIDA pretende tornar-se um evento de referência, contribuindo também para consolidar a posição central da região no panorama energético português.
Este evento assume-se como um dos projectos âncora da estratégia mais abrangente preconizada pela Rede Urbana para a Competitividade e Inovação Viseu
Dão Lafões, com a qual se pretende dotar a Região das necessárias condições de incorporação de factores de inovação no tecido económico, social e institucional, fomentando e atraindo actividades económicas geradoras de riqueza e criadoras de emprego qualificado.
A Rede Urbana, liderada pela Comunidade Intermunicipal da Região Dão Lafões e que conta com um apoio comunitário do Programa MaisCentro, tem na ENERVIDA’11 o seu primeiro momento de visibilidade, constituindo o arranque formal das iniciativas plasmadas no seu plano estratégico.
Fonte: http://www.enervida.org/
Contemplando um espaço de exposição - Feira - e, simultaneamente, a Conferência do ENERGYIN e uma série de palestras, workshops, seminários e actividades paralelas, a ENERVIDA'11 será um evento completo, realizado numa das regiões portuguesas mais dinâmicas e que maior desenvolvimento apresenta na área das Energias Renováveis e Eficiência Energética.
A ENERVIDA'11 será um ponto de encontro privilegiado entre os diferentes actores do sector. Organizada pela AIRV - Associação Empresarial da Região de Viseu e pela EXPOVIS - Promoção e Eventos Lda., com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, a ENERVIDA pretende tornar-se um evento de referência, contribuindo também para consolidar a posição central da região no panorama energético português.
Este evento assume-se como um dos projectos âncora da estratégia mais abrangente preconizada pela Rede Urbana para a Competitividade e Inovação Viseu
Dão Lafões, com a qual se pretende dotar a Região das necessárias condições de incorporação de factores de inovação no tecido económico, social e institucional, fomentando e atraindo actividades económicas geradoras de riqueza e criadoras de emprego qualificado.
A Rede Urbana, liderada pela Comunidade Intermunicipal da Região Dão Lafões e que conta com um apoio comunitário do Programa MaisCentro, tem na ENERVIDA’11 o seu primeiro momento de visibilidade, constituindo o arranque formal das iniciativas plasmadas no seu plano estratégico.
Fonte: http://www.enervida.org/
Tuesday, February 8, 2011
É um (Eco)Turista?
Cada vez que planeia uma viagem, já pensou no impacto que irá causar no meio ambiente? A verdade é que preocupação com o meio ambiente está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, visto que afecta também o nosso bem-estar e qualidade de vida.
Viajar deixou de ser um acto inconsciente e passou a fazer parte das principais causas de poluição do ambiente, pricipalmente os meios de transportes utilizados, como carros ou avião. É uma causa que não pode ser deixada em casa.
Desde os nossos antepassados que viajar se tornou numa actividade impulsionadora do desenvolvimento mundial, no entanto nos nossos dias com a evolução dos meios de transportes tornou-se numa ameaça para o nosso planeta. O turismo tem sido uma das principais causas do seu aumento.
A solução não será de todo deixar de o fazer, mas sim procurar soluções para tornar o acto de viajar mais sustentável e amigo do ambiente. São várias as iniciativas por parte entidades e empresas do sector do turismo e dos transportes.
Conceitos como Eco-Viagens, Eco-Turismo ou Turismo Sustentável, fazem já parte de um grande número de ofertas disponíveis que poderá escolher na hora de planear a sua viagem.
Source: www.lxsustentavel.com
Viajar deixou de ser um acto inconsciente e passou a fazer parte das principais causas de poluição do ambiente, pricipalmente os meios de transportes utilizados, como carros ou avião. É uma causa que não pode ser deixada em casa.
Desde os nossos antepassados que viajar se tornou numa actividade impulsionadora do desenvolvimento mundial, no entanto nos nossos dias com a evolução dos meios de transportes tornou-se numa ameaça para o nosso planeta. O turismo tem sido uma das principais causas do seu aumento.
A solução não será de todo deixar de o fazer, mas sim procurar soluções para tornar o acto de viajar mais sustentável e amigo do ambiente. São várias as iniciativas por parte entidades e empresas do sector do turismo e dos transportes.
Conceitos como Eco-Viagens, Eco-Turismo ou Turismo Sustentável, fazem já parte de um grande número de ofertas disponíveis que poderá escolher na hora de planear a sua viagem.
Source: www.lxsustentavel.com
Sunday, September 26, 2010
Dormir no Jardim - em Coimbra
Um (pequeno) hotel sustentável instalou-se no Botânico em Coimbra. Para os que se preocupam com a sua pegada ecológica
Não é um jardim qualquer. É o maior do País, com 13 hectares de terreno, grande parte doado pelos monges beneditinos.
Situado em Coimbra desde 1772, iniciativa de Marquês de Pombal, o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (JBUC) é um ex-líbris da cidade dos estudantes por muitos e vários motivos.
Aos quais se acrescenta agora mais um: a possibilidade de dormir no seu interior, em pleno contacto com a natureza no Tree Hotel que acaba de se instalar na mata, precisamente "a zona mais isolada, quase uma floresta no meio da cidade", como a descreve Helena Freitas, diretora do JBUC. "Aquele era o local usado pelos monges beneditinos para terem alguma espiritualidade", conta-nos.
O Tree Hotel foi criado pelo estúdio lisboeta Dass para a última edição da Experimenta Design.
Morou, durante três meses, no Jardim da Estrela, em Lisboa, e já passou por Silves e Leiria. É um projeto experimental de arquitetura e design sustentável que questiona os processos de criação das cidades e da arquitetura e o crescimento brutal do número de habitantes nas metrópoles. Foi Nuno Janeiro, estudante finalista de arquitetura e um dos responsáveis pela promoção deste hotel de geometria irregular, que lançou o desafio ao Botânico. O local "reúne as condições perfeitas para a privacidade" dos hóspedes, diz. O hotel foi colocado no Bambuzal, ao lado de uma capela centenária.
A intenção da diretora do jardim é "promover a ideia de ecologia urbana. Do ponto de vista arquitetónico, o hotel apela à construção sustentável, em sintonia com o espaço envolvente". E quem não gostaria de ter um jardim só para si durante uma noite? Este pequeno hotel (com uma cama de casal e WC) não tem luz elétrica, mas está ligado à rede de água e esgotos. À noite, terá que acender as velas de um candelabro ou duas lanternas LED que se ligam à manivela. Outra das mais--valias é a cobertura onde poderá contemplar a natureza. Tudo sem aumentar a sua pegada ecológica.
Se a aceitação do público for positiva, a diretora do Botânico admite que o Tree possa ficar ali por tempo indeterminado. No futuro, Helena Freitas gostaria ainda de abrir um restaurante de cozinha biológica neste enorme jardim onde reina a tranquilidade.
ESTÚDIO DASS
Para desenvolver este projeto, o estúdio Dass reuniu-se com biólogos, paisagistas, empresas de construção na investigação de novos materiais. "A inspiração para a construção deste micro-hotel não é a arquitetura, mas a própria natureza", assegura o ateliê. Em julho, o Tree Hotel foi mesmo nomeado para o prémios Outros Mercadus, que destaca obras de arquitetura e design efémeras construídas no nosso país.
Reservas Tree Hotel Coimbra
treehotelcoimbra@gmail.com
Seg-Qui €50/noite
Sex-Dom €70/noite
Não é um jardim qualquer. É o maior do País, com 13 hectares de terreno, grande parte doado pelos monges beneditinos.
Situado em Coimbra desde 1772, iniciativa de Marquês de Pombal, o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (JBUC) é um ex-líbris da cidade dos estudantes por muitos e vários motivos.
Aos quais se acrescenta agora mais um: a possibilidade de dormir no seu interior, em pleno contacto com a natureza no Tree Hotel que acaba de se instalar na mata, precisamente "a zona mais isolada, quase uma floresta no meio da cidade", como a descreve Helena Freitas, diretora do JBUC. "Aquele era o local usado pelos monges beneditinos para terem alguma espiritualidade", conta-nos.
O Tree Hotel foi criado pelo estúdio lisboeta Dass para a última edição da Experimenta Design.
Morou, durante três meses, no Jardim da Estrela, em Lisboa, e já passou por Silves e Leiria. É um projeto experimental de arquitetura e design sustentável que questiona os processos de criação das cidades e da arquitetura e o crescimento brutal do número de habitantes nas metrópoles. Foi Nuno Janeiro, estudante finalista de arquitetura e um dos responsáveis pela promoção deste hotel de geometria irregular, que lançou o desafio ao Botânico. O local "reúne as condições perfeitas para a privacidade" dos hóspedes, diz. O hotel foi colocado no Bambuzal, ao lado de uma capela centenária.
A intenção da diretora do jardim é "promover a ideia de ecologia urbana. Do ponto de vista arquitetónico, o hotel apela à construção sustentável, em sintonia com o espaço envolvente". E quem não gostaria de ter um jardim só para si durante uma noite? Este pequeno hotel (com uma cama de casal e WC) não tem luz elétrica, mas está ligado à rede de água e esgotos. À noite, terá que acender as velas de um candelabro ou duas lanternas LED que se ligam à manivela. Outra das mais--valias é a cobertura onde poderá contemplar a natureza. Tudo sem aumentar a sua pegada ecológica.
Se a aceitação do público for positiva, a diretora do Botânico admite que o Tree possa ficar ali por tempo indeterminado. No futuro, Helena Freitas gostaria ainda de abrir um restaurante de cozinha biológica neste enorme jardim onde reina a tranquilidade.
ESTÚDIO DASS
Para desenvolver este projeto, o estúdio Dass reuniu-se com biólogos, paisagistas, empresas de construção na investigação de novos materiais. "A inspiração para a construção deste micro-hotel não é a arquitetura, mas a própria natureza", assegura o ateliê. Em julho, o Tree Hotel foi mesmo nomeado para o prémios Outros Mercadus, que destaca obras de arquitetura e design efémeras construídas no nosso país.
Reservas Tree Hotel Coimbra
treehotelcoimbra@gmail.com
Seg-Qui €50/noite
Sex-Dom €70/noite
Wednesday, September 1, 2010
Incêndios equivalem a mais 50.000 carros na estrada
Os incêndios deste Verão, que já provocaram a perda de mais de 95.000 hectares, levaram a uma diminuição importante de capacidade de sequestro de dióxido de carbono da floresta nacional, que a empresa OFF7 estima em mais de 100.000 toneladas por ano, o mesmo montante emitido por aproximadamente 50.000 veículos ligeiros em igual período. A área florestal portuguesa tem um papel importante no cumprimento dos objectivos do Protocolo de Quioto, uma vez que as árvores sequestram, ou retiram da atmosfera, dióxido de carbono da atmosfera ao longa da sua vida útil.
Catarina Veiga, responsável pela quantificação de emissões na OFF7, refere que "a perda de capacidade anual de sequestro representa mais do dobro das emissões directas provocadas pela queima das árvores" (que, segundo dados do Instituto Meteorológico, são de cerca de 50.000 toneladas de CO2). A responsável refere ainda que "a reposição desta capacidade de sequestro pode demorar décadas, uma vez que mesmo que a reflorestação seja imediata as árvores precisam de largos anos até atingirem a sua capacidade plena de absorção de CO2".
Os objectivos traçados por Portugal para o Protocolo de Quioto levam em consideração alguma perda de capacidade de sequestro provocada pelos incêndios florestais, mas anos particularmente maus como o actual ou como 2003 e 2005 (em que arderam, respectivamente, mais de 135.000 e 125.000 hectares de floresta) ficam de fora, dificultando o cumprimento dos objectivos definidos.
Sobre a off7
A off7 é uma empresa nacional, criada com o objectivo de contribuir para que Portugal caminhe rapidamente para uma economia de baixo carbono. Pretende mostrar que reduzir emissões de carbono é, mais que uma necessidade, uma oportunidade para reduzir custos energéticos, desenvolver tecnologia inovadora e comunicar uma imagem mais verde ao mercado. Foi recentemente considerada pela Carbon Catalog como uma das 10 melhores empresas do mundo nesta área.
Mais informações em http://www.off7.pt/
Wednesday, August 25, 2010
Tecnologia - Opções ecológicas para equipamentos velhos
Por muito que goste de guardar os equipamentos velhos, por uma questão de saudosismo ou para mais tarde usar, manter os telemóveis usados e as baterias substituídas na gaveta, atirar os computadores e impressoras para a arrecadação ou "despejá-los" numa lixeira são escolhas pouco ecológicas que a prazo têm consequências nocivas no ambiente.
O conceito estende-se a todos os equipamentos eléctricos e electrónicos e também aos consumíveis, como os tonners, que podem ser reciclados de forma eficiente, recuperando componentes que podem ainda ser reutilizados ou destruindo de forma ambientalmente correcta o que já não presta.
O site http://www.tek.sapo,pt/ aborda este tema mais uma vez, dando conselhos e sugestões sobre a melhor forma de se desfazer dos "monos", mas este é um tema que não perde actualidade, até porque o volume de lixo electrónico não pára de crescer à medida que as taxas de substituição de telemóveis, computadores e outros aparelhos aceleram.
Por isso hoje colocamos o "chapéu verde" e lembramos algumas das boas alternativas para não acumular lixo electrónico e manter uma boa consciência ecológica.
O primeiro ponto a considerar é óbvio, mas nem sempre visto da forma mais racional. Antes de "deitar fora" faça uma avaliação sobre se o seu computador, impressora, telemóvel ou televisor está mesmo velho e estragado ou se ainda pode servir os interesses de outros utilizadores.
Nem todos têm a mesma necessidade de funcionalidades de "nova geração" e um telemóvel que já não usa pode fazer as alegrias de um idoso que não tem dinheiro para comprar um novo, ou de um jovem que só quer telefonar e enviar mensagens.
O mesmo se passa com os computadores. Não estamos a falar de lixo, mas alguns equipamentos com menor desempenho para algumas exigências profissionais ou para jogos mais avançados podem ainda servir para aceder à Internet, ou usar ferramentas mais básicas, em lares, orfanatos, escolas ou instituições de solidariedade. Actualmente estas já não fazem campanhas de recolha, mas se estiverem em condições razoáveis aceitam de bom grado a oferta...
Quando os aparelhos já não são de todo úteis, a solução mais cómoda para a sua "reforma ecológica" é exigir aos vendedores dos equipamentos novos que façam a retoma do aparelho que está a substituir. Seja um telemóvel, um frigorifico ou um monitor, as lojas têm de ter soluções para retomar os aparelhos velhos, entregando-os a entidades que os reciclam de forma correcta.
Se não quiser, ou não puder usar este modelo, pode entregar os aparelhos directamente nos centros de recolha criados em várias localizações em todo o país.
A ERP Portugal é uma das entidades com licença para gestão dos Resíduos Eléctricos e Electrónicos e tem no seu site um mapa com indicações sobre os locais de entrega.
Para aumentar a consciência ambiental nas crianças e nos jovens a ERP criou uma iniciativa que é dinamizada nas escolas, a Geração Depositrão, que está ligada ao projecto Eco-Escolas e que tem sido acolhida com entusiasmo em vários estabelecimentos escolares.
A Amb3E, outra das entidades licenciadas na área da recolha de lixo electrónico, tem também online informação sobre a reciclagem e a indicação de pontos de recolha, que podem ser úteis.
Para os telemóveis e tonners a AMI desenvolveu um plano que permite à associação sem fins lucrativos tirar partido deste e-lixo e transformá-lo em receita que é aplicada em fins sociais.
A associação tem uma lista de pontos de recolha que aderiram à iniciativa, mas qualquer empresa, organização, escola ou estabelecimento comercial pode participar e tornar-se um ponto de recolha destes materiais. Basta preencher o formulário de adesão.
A organização já contribui actualmente com a reciclagem de 200.000 consumíveis informáticos por ano e pode ainda ajudar comprando os tinteiros reciclados que são comercializados pela AMI.
Se as sugestões "verdes" não o interessaram, há outras hipóteses de reutilização mais criativas onde o interesse ambiental também pode ter lugar. Como esta, que ensina a transformar um monitor CRT num aquário para peixes e que inclui todas as instruções para os mais corajosos....
E se não gosta de peixes, há sempre a hipótese dos hamsters, ou dos gatos ganharem uma nova casa...
Fonte: www.tek.sapo.pt
O conceito estende-se a todos os equipamentos eléctricos e electrónicos e também aos consumíveis, como os tonners, que podem ser reciclados de forma eficiente, recuperando componentes que podem ainda ser reutilizados ou destruindo de forma ambientalmente correcta o que já não presta.
O site http://www.tek.sapo,pt/ aborda este tema mais uma vez, dando conselhos e sugestões sobre a melhor forma de se desfazer dos "monos", mas este é um tema que não perde actualidade, até porque o volume de lixo electrónico não pára de crescer à medida que as taxas de substituição de telemóveis, computadores e outros aparelhos aceleram.
Por isso hoje colocamos o "chapéu verde" e lembramos algumas das boas alternativas para não acumular lixo electrónico e manter uma boa consciência ecológica.
O primeiro ponto a considerar é óbvio, mas nem sempre visto da forma mais racional. Antes de "deitar fora" faça uma avaliação sobre se o seu computador, impressora, telemóvel ou televisor está mesmo velho e estragado ou se ainda pode servir os interesses de outros utilizadores.
Nem todos têm a mesma necessidade de funcionalidades de "nova geração" e um telemóvel que já não usa pode fazer as alegrias de um idoso que não tem dinheiro para comprar um novo, ou de um jovem que só quer telefonar e enviar mensagens.
O mesmo se passa com os computadores. Não estamos a falar de lixo, mas alguns equipamentos com menor desempenho para algumas exigências profissionais ou para jogos mais avançados podem ainda servir para aceder à Internet, ou usar ferramentas mais básicas, em lares, orfanatos, escolas ou instituições de solidariedade. Actualmente estas já não fazem campanhas de recolha, mas se estiverem em condições razoáveis aceitam de bom grado a oferta...
Quando os aparelhos já não são de todo úteis, a solução mais cómoda para a sua "reforma ecológica" é exigir aos vendedores dos equipamentos novos que façam a retoma do aparelho que está a substituir. Seja um telemóvel, um frigorifico ou um monitor, as lojas têm de ter soluções para retomar os aparelhos velhos, entregando-os a entidades que os reciclam de forma correcta.
Se não quiser, ou não puder usar este modelo, pode entregar os aparelhos directamente nos centros de recolha criados em várias localizações em todo o país.
A ERP Portugal é uma das entidades com licença para gestão dos Resíduos Eléctricos e Electrónicos e tem no seu site um mapa com indicações sobre os locais de entrega.
Para aumentar a consciência ambiental nas crianças e nos jovens a ERP criou uma iniciativa que é dinamizada nas escolas, a Geração Depositrão, que está ligada ao projecto Eco-Escolas e que tem sido acolhida com entusiasmo em vários estabelecimentos escolares.
A Amb3E, outra das entidades licenciadas na área da recolha de lixo electrónico, tem também online informação sobre a reciclagem e a indicação de pontos de recolha, que podem ser úteis.
Para os telemóveis e tonners a AMI desenvolveu um plano que permite à associação sem fins lucrativos tirar partido deste e-lixo e transformá-lo em receita que é aplicada em fins sociais.
A associação tem uma lista de pontos de recolha que aderiram à iniciativa, mas qualquer empresa, organização, escola ou estabelecimento comercial pode participar e tornar-se um ponto de recolha destes materiais. Basta preencher o formulário de adesão.
A organização já contribui actualmente com a reciclagem de 200.000 consumíveis informáticos por ano e pode ainda ajudar comprando os tinteiros reciclados que são comercializados pela AMI.
Se as sugestões "verdes" não o interessaram, há outras hipóteses de reutilização mais criativas onde o interesse ambiental também pode ter lugar. Como esta, que ensina a transformar um monitor CRT num aquário para peixes e que inclui todas as instruções para os mais corajosos....
E se não gosta de peixes, há sempre a hipótese dos hamsters, ou dos gatos ganharem uma nova casa...
Fonte: www.tek.sapo.pt
Wednesday, August 11, 2010
Novo Código Florestal brasileiro será um "vexame internacional" - ambientalistas
"É um golpe contra a sociedade. Se for aprovado, o Brasil vai desrespeitar as convenções internacionais que assinou até hoje. Um vexame internacional", disse à Lusa o diretor de políticas públicas da organização não governamental SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani.
O novo Código Florestal, aprovado no início de julho por uma comissão especial da Câmara dos Deputados, tem sido alvo de críticas de ambientalistas e autoridades desta área.
Para os ambientalistas, é um passaporte para a impunidade e representa um retrocesso na política ambiental, servindo de estímulo à desflorestação e ao desrespeito a convenções internacionais.
Se o código for aprovado, critica Mantovani, o Brasil vai passar de quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo para ser o primeiro no ranking.
O diretor executivo do Instituto BioAtlântica, Carlos Alberto Mesquita, diz que a proposta "oficializa a impunidade", pois cancela os crimes ambientais de ocupações irregulares até julho de 2008.
"É uma mensagem de que o crime ambiental compensa. É um estímulo à desflorestação principalmente ao Cerrado, Caatigna e Amazónia. Perde-se a oportunidade de criar incentivos para bons modelos entre produção e conservação", criticou.
No centro da polémica, diz Mesquita, há uma "dicotomia entre proteger recursos naturais e produzir alimentos". Contudo, destaca ser imprescindível a convivência entre os dois.
Da maneira como as alterações do novo código foi aprovado na comissão especial da Câmara de Deputados, esta legislação interfere com as atuais políticas ambientais, garante o diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus.
"Todo o trabalho de corredores ecológicos e de regularização que temos feito vai ficar bastante comprometido. Nesse sentido é um retrocesso. Queremos aperfeiçoar e não reduzir a proteção ambiental", afirmou à Lusa o representante do Ministério também crítico da proposta do deputado Aldo Rebelo (Partido Comunista do Brasil, PCdoB).
João de Deus argumenta que o principal impacto seria a "perda significativa do espaço protegido", ou seja, a área de reserva legal.
Para João de Deus, é necessário um debate mais qualificado sobre o tema ao defender a compatibilidade da produção sustentável de alimentos sem significar um "grande impacto" na preservação de áreas naturais.
"Se não for possível essa convivência no Brasil, não vai ser possível em nenhum lugar do mundo. O Brasil é um dos poucos países com uma grande folga de terras e possibilidade de rever este modelo", concluiu.
O Brasil tem um Código Florestal desde 1934. A versão atual em questão data de 1965. Por 13 votos a cinco, a comissão especial parlamentares para a reforma do documento aprovou, a 6 de julho, a proposta de alteração.
Mas o projeto ainda será votada em plenária na Câmara dos Deputados e Senado, podendo mais uma vez ser modificado e provavelmente retornar à Câmara para votação.
Na visão dos mais otimistas, a proposta poderá sair da Câmara este ano, mas tendo em vista que 2010 é um ano eleitoral, possivelmente irá tramitar no Senado em 2011.
FO
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa***
Lusa/fim
Tuesday, August 10, 2010
A Energia "Verde" em Ascensão
Por Clive Thompson*
Algumas fontes alternativas já são mais baratas do que o petróleo ou o carvão, e muitas empresas começam a pensar nelas.
Nova York.- Os Estados Unidos sofrem uma nova crise energética. Os preços da energia subiram vertiginosamente e contínuos apagões afetaram seriamente Estados com alta tecnologia, como a Califórnia. Os negócios estão enfrentando efeitos negativos e, quando a luz acabar, como funcionarão os novos e sensíveis computadores com muitos gigahertz de potência? Para a Casa Branca, existe somente uma solução: perfurar muitos poços para conseguir mais petróleo. O vice-presidente Dick Cheney (um ex-petroleiro) disse que a meta nacional seria a produção de uma nova geradora de eletricidade por semana nos próximos 20 anos. Isso significaria perfurar em territórios ambientalmente sensíveis perto de Yukón (no Alasca) e afrouxar as limitações existentes por motivos ambientais.
Para Cheney, tudo isso de conservação dos recursos naturais, das fontes alternativas, da energia “verde” sustentável e da defesa das florestas e do meio ambiente não passa de charlatanismo “hippie”. Acontece que Cheney está completamente enganado. As fontes de energia alternativas deram passos de sete léguas nos últimos anos. Graças aos novos progressos, alguns tipos de energia “verde” são tão ou mais baratos do que a gerada pelo petróleo ou pelo carvão, e muitas empresas já estão começando a adotá-los.
É verdade que a energia “verde” ainda é uma pequena fatia no total do fornecimento de energia, mas os especialistas esperam que cresça rapidamente. Vejamos, então, o estado atual em alguns poucos setores da energia alternativa: A eletricidade gerada pelo vento é quase que resplandescentemente limpa, o preço baixou cerca de 80% nos últimos 20 anos e as companhias de turbinas de vento da Dinamarca - as primeiras do mundo - começaram a dar passos gigantescos em relação à qualidade. É relativamente barata: a energia eólica custa apenas 5,8 centavos de dólar por kilowatt/hora, preço que a coloca lado a lado com a eletricidade gerada com gás natural. Uma única objeção: para obter esse tipo de eletricidade de baixo custo são necessários ventos que soprem continuamente em uma única direção, como costuma acontecer nas grandes planícies, mas não em outras áreas.
Outro exemplo de energia "verde" é a microturbina. As grandes usinas geradoras de eletricidade tradicionais, que fornecem energia para uma grande área, não são muito eficientes. Uma parte da eletricidade é desperdiçada quando é enviada a longas distâncias. Nas geradoras de eletricidade norte-americanas, apenas um terço, em média, da energia gerada por meio de carvão ou de petróleo chega aos consumidores na forma de eletricidade.
Qual a solução? Por exemplo, gerar a própria eletricidade, já que aumenta a eficiência e a confiablidade, além de representar uma economia. As grandes companhias fazem isso há anos, já que possuem suas próprias geradoras de eletricidade. Atualmente, estabelecimentos comerciais de médio porte estão fazendo o mesmo. Compram microturbinas que geram algumas centenas de kilowatts, ou menos, mas que são suficientes para uma única empresa. A maior economia é obtida quando também se usa a microturbina na calefação de escritórios, o que pode fazer com que a eficiência aumente até assombrosos 80%.
A tecnologia de célula eletrógena é outra alternativa. As células são acionadas por hidrógeno, que se decompõe para produzir eletricidade e água, seus únicos subprodutos. São superlimpas, muito silenciosas e quase não apresentam dificuldades para ser usada (o que é um problema nos geradores a diesel). É por isso que a indústria automobilística dos Estados Unidos investiu cerca de US$ 2 bilhões no desenvolvimento de sistemas de células eletrógenas para carros, sendo que quase a metade está a cargo da Ballard Systems Inc., a principal empresa dessa área.
Por fim, há a eletricidade produzida pela energia solar, que ainda não é tão barata como, por exemplo, a energia eólica, mas os preços estão baixando na razão de 5% ao ano. Os atuais sistemas fotovoltáicos produzem eletricidade a cerca de 7,9 centavos de dólar por killowatt/hora, uma vez que se amortiza o custo do equipamento, segundo estudo feito em 1996 pela Californian Energy Commission.
Essas novas tecnologias são apenas a ponta do iceberg. Existem muitas mais, como o combustível produzido por biomassa, as usinas que produzem gás metano utilizando lixo, ou a energia geotérmica, que utiliza o calor da terra para aquecer a água. De fato, uma das pessoas que está usando a energia geotérmica é nada menos do que Dick Cheney. Há alguns meses, os meios de comunicação descobriram que o vice-presidente norte-americano está usando a tecnologia geotérmica para esquentar a água em sua casa de Washington, já que ela ajuda a conservar a energia e reduzir o gasto de eletricidade. Talvez, Cheney saiba algo que não esteja nos dizendo. (Copyright IPS)
(*) O autor é comentarista de temas tecnológicos e políticos da National Public Radio do Canadá e da Canadian Broadcasting Corporation.
Subscribe to:
Posts (Atom)









